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Os Benefícios da Romã

ALLAH diz no sagrado Al-Qur’án:

“Neles (dois jardins) haverão frutos, e tamareiras e romãs.”

[Al-Qur’án 55:68]

E Sayidina Áli (RA) disse: “Comam a romã e sua polpa, pois (isso) cobre (a superfície de) o estômago”.

A romã doce tem um efeito quente, é húmida e fortalece o estômago, pois funciona como agente obstipante moderado, e ainda, é benéfica para a garganta e pulmões, aliviando a tosse.

O seu sumo alivia o estômago, proporciona uma digestão rápida porque é leve e produz calor em concordância com o ar do estômago; ajuda ainda na produção do sémen e é nutritivo para o organismo, mas não é indicado para pessoas que estejam a padecer de febres.

A romã verde é sêca, fria e muito eficaz no tratamento de azias; é mais eficiente na produção de urina do que qualquer outro tipo de romã. Ela ameniza os sintomas de doença biliar, alivia a diarreia, previne vómitos, fortifica os órgãos, protege das dores cardíacas e de estômago e ajuda ainda na eliminação de resíduos e excrementos sanguíneos.

Quando o seu sumo é aquecido juntamente com um bocado de mel, até tomar a forma de pomada e, de seguida, usado como gota para os olhos, limpa-os da coloração amarelada e elimina a humidade espessa. Quando aplicado nas gengivas, previne as feridas e sangramento gengival.

Quando o sumo de romã é extraído juntamente com a casca, actua como laxante e limpa as misturas biliosas sépticas existentes no organismo, ajudando a combater as febres.

Quanto à romã amarga, as suas qualidades encontram-se num lugar intermédio entre as outras duas mencionadas anteriormente, mas é a mais preferível, embora seja amarga.

As sementes de romã misturadas com mel, aliviam dedos sépticos e úlceras malignas; as suas flores ajudam a curar feridas.

Diz-se que se alguém comer três flores de romã por ano, ficará imune (protegido) da a conjuntivite durante todo esse ano.