Alguns Factos Relacionados com o Al-Qur'án
Itrodução dos Pontos e Acentos
Após a compilação realizada na era de Ussman (RA) – o terceiro Khalifa, o Al-Qur’án não continha sinais de acentuação nem pontos nas letras, pois os árabes conseguiam ler o Al-Qur’án com toda a facilidade, sem necessitar dos mesmos.
Porém, quando o Isslam se expandiu para além fronteiras e para os países não-árabes, o muçulmano que não era árabe tinha dificuldades em compreender esta língua, surgindo então a necessidade de se colocar acentos e pontos nas palavras, para assim todos recitarem o Al-Qur’án correctamente e com toda a comodidade.
Ziád Bin Abi Sufian, governador de Bassurá, pediu a Abul-Asswad Ad-Duwali que colo-casse sinais de acentuação no Al-Qur’án, com os quais se pudesse recitar correctamente o Al-Qur’án.
Inicialmente, este hesitou em realizar o trabalho, pois pensou tratar-se de algo desnecessário. Mas numa das suas caminhadas, ouviu um muçulmano não-árabe a recitar erradamente um versículo do Surat At-Tauba, com o seguinte significado: “ALLAH nada tem a ver com politeístas e nem com o Seu mensageiro”.
Este disparate provocou nele um choque bastante profundo, pois o significado do versículo alterara-se gravemente, uma vez que lido correctamente tem a seguinte tradução: “ALLAH e o Seu mensageiro nada têm a ver com os politeístas”.
Este acontecimento mudou de imediato a sua posição e foi rapidamente ter com o governador, dizendo-lhe que estava pronto para realizar o referido trabalho.
A colocação dos sinais de acentuação é uma grande ajuda para os muçulmanos não-árabes, a fim de se evitar os erros; de facto, este foi um trabalho de grande mérito. Imám Nawawi disse no seu livro At-Tibiyan: “Os Ulamá são unânimes de que as cópias do Al-Qur’án devem levar acentuação, a fim de impedir que os leitores cometam erros”.
A Organização do Al-Qur'án
O Al-Qur’án é constituído por 114 capítulos, sendo cada um deles composto por versículos de diferentes extensões. Estas duas carac-terísticas – capítulo e versículo – foram assim definidas por ordem Divina.
Para facilitar os leitores e o ensino infantil em particular, o Al-Qur’án foi subdividido em 30 partes iguais, denominadas por Juz. Muitos até imprimem o Al-Qur’án em 30 partes separadas, para que a criança não tenha que levar sempre o Al-Qur’án completo consigo. Esta divisão não foi feita com base nos tópicos, pois muitas vezes, um Juz termina enquanto o tópico ainda não terminou.
Cada Juz é subdividido em quatro partes, sendo o fim do primeiro quarto denominado por Rub’u, o fim do segundo (ou metade do Juz) por An-Nisf (metade) e o fim do terceiro por As-Sulus.
No Al-Qur’án, existe ainda um símbolo bastante conhecido – o Rukú, que é representado pela letra árabe “Ain” nas margens das folhas. Este símbolo é utilizado para definir os tópicos do Al-Qur’án, ou seja, foi colocado onde termina uma corrente de versículos que estejam relacionados com o mesmo tópico.
O objectivo foi definir um número médio de versículos que pudessem ser recitados num único Rakát (ciclo do Salát) e depois fazerem o Rukú, daí o nome do respectivo símbolo.
Existem 540 Rukús em todo Al-Qur’án.
Os Sinais de Paragem
Existem certas regras que foram definidas para indicar as diferentes pausas que devem ser feitas durante a recitação do Al-Qur’án. De entre elas, encontram-se vários sinais através dos quais pode-se distinguir onde é permitido ou não fazer a devida pausa e onde não é aconselhável parar, pois fazer uma pausa num versículo deixando-o incompleto, poderá alterar o seu sentido.
Esses sinais são conhecidos por Rumuz Al-Auqáf, colocados pela primeira vez por Allama Abu Adbdallah Muhammad Bin Taifur Sajawandi. Para mais detalhes referentes a esses sinais de paragem, vide “Histórias do Al-Qur’án e Regras de Tajwid”, pág. 45-48.
Para aqueles que não percebem o árabe, é aconselhável não fazerem uma pausa desnecessária no meio do versículo e guiarem-se através desses sinais durante a recitação do Al-Qur’án. Porém, se devido à curta respiração tiver que fazer uma pausa, então é aconselhável recomeçar a recitação a partir de algumas palavras ligeiramente anteriores.
A Impressão do Al-Qur'án
Enquanto as técnicas tipográficas não tinham sido inventadas, o Al-Qur’án era escrito manualmente. Em cada era, haviam pessoas cuja profissão era somente a de reproduzir manualmente o Al-Qur’án.
Mais tarde, com o surgimento da imprensa (tipografia), o primeiro Al-Qur’án foi imprimido em Hamburgo, na Alemanha, no ano 1703, cuja cópia encontra-se ainda sob tutela do Darul Kutub Al-Missriya, no Egipto.
De entre os muçulmanos, Moulai Ussman foi o primeiro quem mandou imprimir o Al-Qur’án, na cidade Russa de Saint Pietersburgo, no ano 1787. Em 1828, foi impresso em Teerão (Irão) o Al-Qur’án em pedra, após o qual as cópias impressas foram-se tornando conhecidas em todo o mundo.
Porque o Surat Al-Barát Não Começa Com Tassmiyah?
Os leitores sabem perfeitamente que todas os capítulos do Al-Qur’án começam com o Tassmiyah (Bissmilláhir Rahmánir Rahim) e por isso, deve-se recitá-lo no início de cada um. Contudo, existe um capítulo que não é iniciado com o Tassmiyah, que é o Surat Al-Barát.
Imám Qushairi diz: “O mais certo é que o capítulo foi assim revelado através de Jibraíl (AS), sem o Tassmiyah”.
Ibn Abbass (RA) narra que certa vez perguntou a Áli Ibn Abi Tálib (RA) o motivo deste capítulo não começar com o Tassmiyah, ao que respondeu dizendo: “Tassmiyah é paz e o Surat Al-Barát fala de guerra e não de paz”.
Sufián Ibn Uyainah disse: “O Tassmiyah é misericórdia e a misericórdia é a paz; como este capítulo foi revelado sobre os hipócritas e a guerra e não há paz para os hipócritas, por isso não leva Tassmiyah no início”.
O que Áli (RA) e Sufián queriam dizer é que o Tassmiyah menciona dois atributos de ALLAH – Ar-Rahmán e Ar-Rahim – que dão paz e segurança a todo o amedrontado (assustado) e desesperado.
O Surat Al-Barát começa com o anúncio de corte de relações entre ALLAH e Seu mensageiro de um lado e os politeístas do outro, a rescisão dos acordos existentes entre os muçulmanos e os politeístas e a declaração de guerra contra eles; este capítulo revela ainda as conspirações e segredos dos hipócritas e a maldade que existe nos seus íntimos. Assim, o Tassmiyah não pode juntar-se com estas qualidades negativas.
Por não ter sido revelado no início deste capítulo, alguns Ulamá consideram Harám e outros acham que é Makruh recitar o Tassmiyah quando recitar este capítulo.
O Respeito pelo Al-Qur'án
O Isslam dá tanta importância ao Al-Qur’án, que a honra e o respeito por este livro sagrado é algo incomparável com qualquer outra escritura Divina.
O muçulmano que deseja pegar ou tocar no Al-Qur’án deve antes purificar-se das impurezas maior e menor, pois fazê-lo sem a devida purificação é considerado Harám, mesmo que seja tocar em apenas uma parte do Al-Qur’án, como por exemplo a primeira e a última página, que geralmente aparecem em branco, ou os espaços vazios existentes em cada página; refere-se aqui o tocar com qualquer parte do nosso corpo, tal como unhas, dentes, língua, etc, e também com qualquer parte do vestuário que tenhamos vestido no momento, tal como virar as folhas com as mangas da camisa, etc.
Se alguém encontra-se no estado de impureza (maior ou menor) e deseja carregar uma mala que contenha o Al-Qur’án juntamente com outros objectos (roupa ou algo limpo), então não há problema nenhum.
No estado de impureza menor, poder-se-á pegar o livro contendo versículos do Al-Qur’án e o Tafssir (comentário) em qualquer língua, mas apenas com a condição de que as palavras humanas (i.é, Tafssir) existam em maior proporção do que as Divinas (versículos).
Quanto aos livros de Hadices (dizeres do profeta Muhammad (SAW)) ou outros que contenham versículos do Al-Qur’án, não há proibição em pegá-los no estado de impureza, pois esses livros, no geral, nunca têm uma porção maior de versículos sagrados.
Se alguém escrever uma carta e ela contiver alguns versículos do Al-Qur’án, não há proibição em tocá-la, pois o profeta Muhammad (SAW) também escreveu uma carta para Heracleus – imperador romano – convidando-o para o isslamismo; essa carta continha versículos do Al-Qur’án, apesar de Heracleus ser descrente.
A proibição de tocar o Al-Qur’án no estado de impureza é baseada no seguinte versículo:
“Na verdade, isto é o Nobre Qur’án; escrito num Livro Lacrado (Lauh-al-Mahfúz). Ninguém o toca senão os purificados.”
[Al-Qur’án 56:77-79]
E também Dar-Qutni, Hákim, Baihaqui e outros relatam que o Profeta (SAW) proibiu as pessoas de pegarem o Al-Qur’án quando estiverem no estado de impureza.
Todos os actos que demonstrem desrespeito ao Al-Qur’án são igualmente proibidos. Em certos casos, a pessoa pode cair na descrença somente por pegar o Al-Qur’án como se estivesse a pegar um livro ou uma revista qualquer, fazer dele uma almofada, colocar os pés na sua direcção ou colocá-lo no chão ou debaixo doutros livros.
Imám Nawawi disse que é recomendável levantar-se para receber o Al-Qur’án, quando alguém o estiver a entregar-nos, e respeitá-lo ao máximo, pois trata-se de um Livro de ALLAH.
Quanto à recitação do Al-Qur’án para aquele que estiver no estado de impureza menor, os Ulamá são unânimes em afirmar que o mesmo é permitido (sem tocar no Al-Qur’án), apesar de ser recomendável purificar-se antes da recitação.
Imám Gazali e Imámul Haramain afirmam que não há problema em recitar o Al-Qur’án quando estiver no estado de impureza menor, pois o Profeta (SAW) também o fez nesse estado (algumas vezes).
Porém, é Harám recitar o Al-Qur’án quando estiver no estado de impureza maior, mesmo se for um versículo pequeno. O Profeta (SAW) autorizou o Zikr e os Tassbihát, mas proibiu explicitamente a recitação do Al-Qur’án nesse estado.
É permitido recitar algumas partes do Al-Qur’án que são frequentemente utilizadas com intenção de Zikr ou Duá, como por exemplo, recitar “Bissmilláhir Rahmánir Rahim” antes de comer e “Alhamdulillah” quando terminar, recitar “Inna Lilláhi Wa Inna Ilaihi Rájiun” quando ocorrer alguma perda, etc.
Nestes casos, apesar dos versículos mencionados serem do Al-Qur’án, é permitido recitá-los para quem estiver no estado de impureza maior, pois a intenção é de Zikr ou Duá e não de estar a recitar o Al-Qur’án. Nesta situação incluem-se também as mulheres durante o período menstrual e pós-parto.
Se alguma cópia ou folha do Al-Qur’án estiver rasgada ou gasta de tal modo que já não seja possível utilizá-la na recitação, então não se deve rasgá-la nem deitá-la fora, pois isso representa um desrespeito pelo Al-Qur’án, expondo-o ao desprezo e à humilhação. Nesse caso, deve-se queimá-la ou enterrá-la, para assim não restar alguma parte que possa ser desonrada por um meio qualquer.
Depois de mandar transcrever as cópias do Al-Qur’án, Ussman (RA) mandou queimar todas as outras cópias individuais e ninguém contestou esse acto.
Jurar Pelo AL-Qur'án
É sabido que no Isslam só é permitido jurar em nome de ALLAH e Seus atributos.
Certa vez, quando o Profeta (SAW) ouviu Umar (RA) a jurar pelo seu pai, disse: “ALLAH proíbe-vos de jurar pelos vossos pais. Quem quiser jurar que jure por ALLAH ou então que se mantenha calado”.
[Bukhari e Musslim]
Se alguém jurar pelo Al-Qur’án, assim como tem sido hábito de muitas pessoas dizerem “Imanti Qur’án Sharif”, e se a intenção for de estar a jurar pelas palavras de ALLAH, então esse juramento será considerado válido e terá que ser cumprido; caso contrário, terá que pagar a expiação pelo juramento, de acordo com as regras do Shari’ah.
Em geral, todos os Imámes consideram-no um juramento realizado [vide Al-Mugni], pois ele é feito com o uso de palavras eternas de ALLAH. Qatádah (RA) costumava jurar pelo Al-Qur’án, e é sabido que a pessoa quando jura, não tem intenção de estar a fazê-lo apenas pelas folhas do Al-Qur’án ou pela encadernação em si, mas por aquilo que se encontra escrito nele, que são palavras Divinas.
Interpretação do Al-Qur'án
O Al-Qur’án proporciona um código de vida completo e princípios orientadores compreensivos para toda a Humanidade, para salvá-la de todos os males que possam existir. Porém, para a compreensão correcta destes princípios é necessário uma tradução e interpretação correctas deste sagrado livro.
É sabido que o Al-Qur’án não foi enviado aos muçulmanos duma forma directa, para que cada um começasse a ler, compreender e pô-lo em prática individualmente e como desejasse; antes da sua Revelação, foi escolhido e preparado um mensageiro.
Para tal, informou-se à Humanidade, através do Al-Qur’án, acerca da função e objectivo desse mensageiro, como professor, explicador e guia para todos os povos.
Repetidamente foi proclamado que o profeta Muhammad (SAW) não só recitaria os versículos do Al-Qur’án, como também explicaria profundamente o seu significado, demonstrando na prática o modo de vida ordenado por ALLAH, segundo o versículo seguinte:
“E a ti revelamos o Livro, para que expliques às pessoas o que lhes foi revelado e para que eles reflictam.”
[Al-Qur’án 16:44]
Assim, o Al-Qur’án é o livro de orientações gerais e os Hadices, que são tradições práticas ou verbais do Profeta (SAW), são a explicação e elucidação das ordens proclamadas no Al-Qur’án.
ALLAH diz:
“Deus agraciou os crentes ao fazer surgir de entre eles um mensageiro, que lhes recita os Seus versículos, purifica-os, ensina-lhes o Livro e a sabedoria após terem estado em flagrante ignorância.”
[Al-Qur’án 3:164]
O Profeta (SAW) explicou o significado dos versículos e demonstrou-os na prática, ficando deste modo esclarecida qualquer ordem Divina proclamada no Al-Qur’án.
Por exemplo, quando ALLAH ordenou a prática do Salát, foram mencionadas somente alguns dos seus componentes como Quiyám, Rukú, Sajdah e Quirát; os restantes pormenores e a própria forma de praticar o Salát não foram mencionados. Esses aspectos foram detalhados pelo Profeta (SAW).
A respeito do Salát, o Al-Qur’án diz apenas: “Cumpri o Salát assiduamente”.
Qualquer um pode interrogar-se: Como cumprir? Qual o método correcto para praticá-lo?
O Profeta (SAW) praticou o Salát e, de seguida, disse: “Cumprí o Salát da forma como vós me vistes a cumprir”. Além da demonstração prática, ele dava ainda explicações acerca de como o Salát deve ser cumprido.
O Profeta (SAW) proibiu explicitamente que as pessoas fizessem comentários dogmáticos dos versículos do Al-Qur’án.
Abdullah Ibn Abbass (RA) narra que Rassulullah (SAW) disse: “Quem expressar a sua opinião pessoal na explicação do Al-Qur’án ou dizer algo que não sabe, (esse) que considere ter preparado para si próprio o seu lugar no Inferno”.
[Musslim]
Isto significa que interpretar errada e propositadamente o Al-Qur’án ou fazê-lo sem conhecimento é um pecado bastante grave e deve ser evitado a todo o custo.
Os grandes e nobres companheiros do Profeta (SAW) tinham o máximo cuidado quando lhes era pedido para comentarem sob forma de explicação, alguns versículos do Al-Qur’án.
Uma vez que o texto do Al-Qur’án é absoluto, a sua interpretação feita pelo Profeta (SAW) também é absoluta, pois não haveria razão de ele ser incumbido como explicador do Al-Qur’án por parte de ALLAH.
E como o Al-Qur’án é a última palavra de ALLAH e Muhammad (SAW) é Seu último mensageiro, é essencial que este livro se mantenha intacto e inalterado em todas as eras, até ao Fim do Mundo, razão pela qual ALLAH tomou a responsabilidade de preservá-lo, assim como também é de importância vital conservar e difundir a explicação verbal e prática do Al-Qur’án dada pelo Profeta (SAW).
Portanto, os Hadices e o Sunnat são interpretações do Al-Qur’án e são indis-pensáveis para a sua explicação.
Algumas Virtudes Ao memorizar o AL-Qur'án
Abdullah Ibn Amr (RA) narra que o Profeta (SAW) disse: “Será dito (no Dia de Quiyámat) ao possuidor do Al-Qur’án (Háfiz): vai subindo os degraus do Paraíso recitando, e recita com Tartil (calma) como recitavas no Mundo; finalmente, o teu lugar será onde terminares a recitação do último versículo”.
Segundo os Muhaddicin (comentadores de Hadice), esta é uma alusão ao Háfiz de Al-Qur’án. Neste Hadice, está claro que é válida somente a recitação do Al-Qur’án quando for feita com Tartil.
Cada Háfiz recitará no Paraíso assim como recitava na terra. Portanto, eles devem habituar-se a recitarem com muita calma, pois quanto mais prolongada for a recitação, melhor será.
Num outro Hadice narrado por Uqbah Bin Ámir (RA), o Profeta (SAW) disse: “Quem estudou o Al-Qur’án, de seguida memorizou-o, tratou por Halál o que está declarado nele (no Al-Qur’án) Halál e o que está declarado Harám tratou-o por Harám, ALLAH introduzir-lhe-á no Paraíso e aceitará a sua intercessão a favor de dez familiares seus, familiares esses que estavam já condenados ao Fogo do Inferno”.
[Ahmad e Tirmizi]
Este Hadice revela a grande virtude dum Háfiz; ALLAH aceitará o seu pedido a favor de dez familiares seus, muçulmanos que estavam condenados ao Inferno, na condição de não terem praticado o Shirk (associar algo ou alguém a ALLAH), pois este é um pecado imperdoável.
E infelizmente, existem muitos muçulmanos que praticam o Shirk por ignorância, a não ser que se arrependam e se submetam perante ALLAH, antes que encontrem a morte.